Os Instrumentos Mortais – A Saga

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Quando se ama um bom livro, não tem o que fazer: a gente se empolga, comenta, imagina, sonha, fantasia…

Quando ouvi falar de Cassandra Clare e a saga Instrumentos Mortais, não dei muita bola. Não tinha visto absolutamente nada da série, a não ser algumas capas dos livros, e nem isso tinha despertado minha atenção. Mas aos poucos começou a aparecer mais, lançaram até mesmo o filme e vi no blog da minha amiga uma crítica sobre o longa metragem.

Optei por me dedicar a ler pelo menos a sinopse da história. Ali mesmo, dentro da livraria, gostei muito do que li e vi um potencial enorme para uma história que me envolveria.
Comprei logo os cinco primeiros livros da série e deixei o último para o final. Comecei. Li o primeiro, criando as cenas, imaginando os personagens, me envolvendo na fantasia. Terminei e pulei logo para o segundo. Uma surpresa atrás da outra, algumas boas, outras que não me agradaram – a princípio.
E assim foi, começava um novo logo que acabava mais um exemplar.

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Daí, à nível de curiosidade, comecei a procurar imagens do filme, até mesmo o trailer que não tinha visto ainda, para poder comparar os personagens que tanto viveram e dominaram minha imaginação nos últimos meses e dias. Estava achando tudo lindo e maravilhoso até me deparar com o ator que faria um dos personagens principais: quase caí da cadeira de tanto dar risada.

Imagina aquele personagem todo forte, puro ego e arrogância, mas ao mesmo tempo bom humor, virilidade e o típico jeitão de bad boy – que toda garota gosta em um ponto de sua vida. Agora imagine o contrário disso tudo. Era assim que eu estava vendo, pela primeira vez, o personagem que conquistou muitas meninas ao lerem o livro. Jace Wayland, representado por Jamie Campbell Bower, foi a pior escolha cinematográfica que eu, em meus 25 anos, já tive o desprazer de ver.
Não sou cinéfila. Adoro assistir filmes para me entreter, como muitos outros, mas nem sempre faço questão de ir ao cinema, ou assistir aquele filme ao qual todos estão se referindo no momento.  Mas já tive uma cota de filmes ruins assistidos nestes anos todos e nunca, repito, nunca vi uma escolha tão péssima para um papel.

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Alec, Jace (péssimo!!) Isabelle e Clary (à frente)
Magnus Bane
Magnus Bane – papel secundário na trama, mas ganha um papel de maior destaque na saga

Jace Wayland é Jace Wayland. Não precisa muito para descrever o cara, além das palavras que já usei para descrever acima. E ainda assim conseguem estragar toda a imagem que muita gente construiu dele colocando o ator mais sem sal de Hollywood.. simples assim.
Tentando não pensar nisso, me foquei em outras pessoas que pudessem resgatar a minha vontade de assistir à adaptação, como os atores que interpretam o magnífico Magnus Bane e Alec Lightwood, bem como as atrizes que fazem Clary Fray e Isabelle Lightwood.

Bom, no final das contas acho que é válido ler a saga. É envolvente e bem curiosa. Quanto ao filme, talvez o melhor seja não se empolgar tanto, porque aparentemente ele não é tão bom quanto os livros… 😦

 

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